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MKLINK vs. JUNCTION: A mecânica por trás dos Reparse Points no NTFS e qual escolher.

Para um administrador de sistemas, entender como o Windows gerencia a hierarquia de diretórios é fundamental. Frequentemente, a necessidade de mapear pastas em locais distintos do sistema de arquivos é suprida por duas ferramentas que parecem fazer a mesma coisa: mklink e o utilitário junction. No entanto, sob o capô do NTFS, as implementações possuem […]

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Windows como “Ponte” SMB: Como compartilhar uma unidade de rede mapeada

Se você já tentou compartilhar uma letra de unidade mapeada (como Z:) no Windows, deve ter notado que a aba Compartilhamento simplesmente não existe ou está bloqueada. O Windows, por design, impede o re-compartilhamento de recursos remotos para evitar loops de rede e falhas de cache. Em cenários de redes fechadas (como túneis Radmin VPN),

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Firewall básico com NAT (Masquerade) usando iptables (modo inciante)

Cenário: Objetivo: compartilhar internet da eth0 com a eth1. 1. Ativar roteamento no Linux Persistente: 2. Limpar regras antigas 3. Política padrão (segurança básica) 4. Liberar tráfego essencial Loopback: Conexões já estabelecidas: 5. Permitir rede interna sair para internet 6. Ativar NAT (Masquerade) 7. (Opcional) Liberar SSH no firewall 8. Persistir via rc.local Ao invés

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Auditoria de exclusão no Samba: quem apagou o arquivo?

Em muitos ambientes o compartilhamento Samba funciona perfeitamente… até o dia em que alguém pergunta: “Quem deletou o arquivo?” Se você usa apenas um compartilhamento simples como este: o Samba não registra quem excluiu arquivos.E mesmo usando o módulo de lixeira (recycle), você só recupera o arquivo — não sabe quem apagou. A solução correta

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O dia em que um Celeron aguentou mais que um Xeon (História Real)

Sim, isso aconteceu. E não foi bug, não foi milagre — foi configuração ruim somada com “hardware demais na mão errada”. O cenário Dois servidores: Máquina 1 (o “monstro”) Máquina 2 (o “guerreiro”) O problema O sistema começou a tomar carga real. Nada absurdo — coisa que QUALQUER servidor “decente” deveria aguentar. E aí começou

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Apache travando? Ajusta memória e para de sofrer

Se o Apache congela, 99% das vezes é porque você deixou ele spawnar mais processo do que sua RAM aguenta. Simples assim. 1) Descubra quanto cada processo consome Antes de sair chutando número: ou: Olha o RSS (memória). Exemplo realista: Guarda isso. 2) Calcule o limite REAL de processos Regra prática (sem romantismo): Exemplo: Configura

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Roteamento Seletivo via SOCKS5 em Sistemas Linux: Fundamentos, Implementação e Arquitetura de Controle de Fluxo

Resumo Este artigo apresenta uma análise técnica detalhada sobre a utilização de proxies SOCKS5 como infraestrutura de roteamento seletivo em sistemas Linux. A abordagem transcende o uso convencional de SOCKS como proxy de aplicação, explorando técnicas de interceptação e redirecionamento transparente de fluxos TCP através da integração entre subsistemas do kernel e componentes em userspace.

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Guia rápido: Firewall via GUI no Linux com Cockpit + FirewallD (para iniciantes)

Este guia mostra como instalar, acessar e usar recursos básicos de firewall e NAT em servidores Linux usando Cockpit (web GUI) com FirewallD como backend. Escopo: firewall de host ou gateway simplesNão substitui pfSense / OPNsense 1. O que é o Cockpit O firewall é gerenciado via FirewallD, que por sua vez gera regras em:

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Wake-on-LAN entre máquinas Linux: Um guia prático

Acordar uma máquina remotamente sem chegar perto dela é um luxo que qualquer administrador de infraestrutura aprecia. O Wake-on-LAN (WOL) torna isso possível em redes cabeadas, e configurar entre duas máquinas Linux é surpreendentemente simples. Vamos aos passos. O que você precisa saber antes de começar Wake-on-LAN funciona através de um “magic packet” — um

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Usando uma Segunda WAN do pfSense como Gateway Exclusivo para Outro Roteador (Proxy em Camada Paralela)

Em arquiteturas com pfSense mult-WAN, muita gente acha que uma segunda WAN só pode ser usada dentro de balanceamento ou failover. Mas não: você pode usar essa WAN como gateway dedicado para um roteador ou servidor específico, criando uma camada paralela de rede — perfeita para proxies, filtros, appliances e segmentações de tráfego. O princípio

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